Autossuperação da Postura Belicista na Maternagem
Palavras-chave:
afetividade; autopacificação; autoposicionamento; autossuperação; maternagem; TDAH.Resumo
Este artigo visa discorrer sobre a reciclagem intrafísica da pesquisadora, mostrando aspectos imaturos em seu papel de mãe, e apresentar a autossuperação da postura belicista com o filho, para que pudesse desempenhar a maternagem de forma madura e assistencial. Através do autoposicionamento evolutivo, promoveu ampliação dos trafores, com objetivo de mitigar trafares, visando maior afetividade e autopacificação íntima na relação deles. Com reflexões diárias, geradas pela leitura de livros, tertúlias conscienciológicas, cursos e assessorias da Conscienciologia e participação no grupo parental no CAPS da cidade (Centro de Atenção Psicossocial), a pesquisadora levantou as dificuldades enfrentadas e lançou mão de novos comportamentos e atitudes para alcançar posturas afetivas e pacificadoras. Utilizou a tenepes para maior conexão com o amparo, para promoção de neoideias, e adquiriu nível de abertismo consciencial diferenciado, possibilitando as mudanças conquistadas até o momento. O convívio com o filho ficou mais leve e os conflitos diários foram praticamente zerados. Tornou-se bem mais flexível com a família e a pressão holossomática e pensênica foi sendo reduzida. A gratidão começou a preencher os dias da pesquisadora, com os aprendizados evolutivos vivenciados, e passou a desenvolver olhar mais compreensivo e fraterno com seu filho e outras consciências, intrafísicas e extrafísicas.