E se Fosse Verdade

Resenha de filme

Autores

  • Melissa Wisnieski IIPC

Palavras-chave:

experiência de quase-morte, melin, multidimensionalidade, parafenomenologia, parapsiquismo

Resumo

A cidade de São Francisco, nos EUA, é o palco do filme E Se Fosse Verdade, onde uma médica, recém-formada, residente de um hospital, sofre acidente automobilístico e permanece em coma por vários dias. O destaque para este enredo é o fato de esta consciência se manifestar e interagir com outra conscin, o homem que alugou o apartamento onde ela morava. Ele escolheu este imóvel por julgá-lo tranquilo e pensar que lhe traria calmaria, mas ela constantemente retorna àquele local. Inicialmente o jovem considerou as aparições dela tratarem-se de pessoa morta, ainda sem aceitar o fato, e tentou ajudá-la a entender e a “fazer a passagem”. Desta forma eles tornam-se amigos, se envolvem intimamente e se ajudam cada qual com suas dificuldades de vida. O desenrolar do filme apresenta diversos parafenômenos, mudança de paradigma e evidencia ser a falta de conhecimento multidimensional fator dificultador da percepção mais ampla da realidade.

Biografia do Autor

Melissa Wisnieski, IIPC

Graduada em Gestão Comercial, trabalha ao modo de Coordenadora Administrativa; pesquisadora e voluntária da Conscienciologia desde 2008, docente desde 2010; atua no Técnico Científico da Sede do IIPC na função de executiva dos Cursos da Matriz Interna.

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Publicado

2020-10-23

Como Citar

Wisnieski, M. (2020). E se Fosse Verdade: Resenha de filme. Homo Projector, 4(02), 80–86. Recuperado de https://homoprojector.iipc.org/index.php/homoprojector/article/view/167

Edição

Seção

Resenhas